Não existe mal, quando não se sente. Pode o povo inteiro assobiar, não importa, se a ti próprio te aplaudires. E só a loucura te permite isso. (Erasmo de Roterdão)
contraste entre a noção estática do tempo passado, consubstanciado no granito das árvores e inexistência da casa de tão passada na memória, por um lado,
e o seu estado de conservação (macerada), a efemeridade das fotos de vidro pelo olhar e a fragilidade das estátuas de areia, por outro.
Num 2º tempo, o isqueiro como catalisador do movimento da vida, não dependente de nós mas colocado como que sob decisão que bem pode ser aleatória de uma entidade superior que o despolete, conduzindo-a ao futuro ou até à eternidade.
2 comentários:
Poesia em 2 tempos,
contraste entre a noção estática do tempo passado, consubstanciado no granito das árvores e inexistência da casa de tão passada na memória, por um lado,
e o seu estado de conservação (macerada), a efemeridade das fotos de vidro pelo olhar e a fragilidade das estátuas de areia, por outro.
Num 2º tempo, o isqueiro como catalisador do movimento da vida, não dependente de nós mas colocado como que sob decisão que bem pode ser aleatória de uma entidade superior que o despolete, conduzindo-a ao futuro ou até à eternidade.
Beijo,
Stella
Ah e o trabalho sobre a foto está espectacular, a própria ideia do mesmo e não apenas o efeito!
Conforme disse no meu blogue, todo o trabalho sério tem uma compensação - neste caso dos blogues, o reconhecimento dos "companheiros" de escrita!
Stella
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