terça-feira, 25 de setembro de 2007

Folheando Aoide, Mneme e Melete



2 comentários:

Stella Nijinsky disse...

Poesia em 2 tempos,

contraste entre a noção estática do tempo passado, consubstanciado no granito das árvores e inexistência da casa de tão passada na memória, por um lado,

e o seu estado de conservação (macerada), a efemeridade das fotos de vidro pelo olhar e a fragilidade das estátuas de areia, por outro.

Num 2º tempo, o isqueiro como catalisador do movimento da vida, não dependente de nós mas colocado como que sob decisão que bem pode ser aleatória de uma entidade superior que o despolete, conduzindo-a ao futuro ou até à eternidade.

Beijo,

Stella

Stella Nijinsky disse...

Ah e o trabalho sobre a foto está espectacular, a própria ideia do mesmo e não apenas o efeito!

Conforme disse no meu blogue, todo o trabalho sério tem uma compensação - neste caso dos blogues, o reconhecimento dos "companheiros" de escrita!

Stella